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Ciência no cinema é tema de seminário do Museu da Vida – RJ

A ciência na sétima arte será tema do 2º Seminário em Divulgação Científica do Museu da Vida, que será realizado na segunda-feira (27/04), às 11h, na Tenda da Ciência. O convidado dessa edição é Braulio Tavares, especialista em cinema de ficção científica e pesquisador de literatura fantástica, que vai apresentar a palestra As diferentes abordagens do cinema de ficção científica. Não é necessário fazer inscrição.

A programação de seminários foi iniciada em abril pelo Museu da Vida. A cada semana, um profissional convidado traz reflexões, resultados de pesquisas na área e responde a perguntas da platéia. As palestras e discussões têm como mote assuntos atuais na interface ciência, tecnologia e sociedade, além de outros temas relevantes para a divulgação da ciência. As conferências serão gratuitas e ocorrerão na Tenda da Ciência, que fica no campus da Fiocruz, Avenida Brasil, 4.365, Rio de Janeiro.

Próxima palestra:

“As diferentes abordagens do cinema de divulgação científica”
Palestrante: Braulio Tavares, especialista em cinema de ficção científica.
Data e horário: 27 de abril de 2009, às 11h.
Local: Tenda da Ciência, no campus da Fiocruz, Avenida Brasil, 4.365, Rio de Janeiro.

Mais informações: nestudos@coc.fiocruz.br
Veja no site

1º Fic São Paulo

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Evento FicSão Paulo 2/5/2009

Local: Biblioteca Temática de Literatura Fantástica Viriato Corrêa

Rua Sena Madureira, 298 (próximo ao metrô Vila Mariana)
Tel.:(11) 5573-4017 e (11) 5574-0389

Horário: 11h00 as 18h00

Entrada Franca – Pede-se a doação de 2kg de alimentos não perecíveis

Programação*

11h00 – Abertura

11h05 – Episódio “Uma cidade a beira da eternidade” – Jornada nas Estrelas série clássica – dublagem original de 1979

11h55 – Sorteio

12h05 – Almoço

13h00 – Apresentação do Grupo de Teatro “Zona Neutra” com a esquete “Modo Silencioso” – uma homenagem trekker ao cinema mudo

13h20 – Série animada Family Guy – Episódio “Not all dogs go to heaven”, com os personagens de Jornada nas Estrelas – A Nova Geração, dublados pelos próprios atores. – INÉDITO NO BRASIL

13h45 – Intervalo

14h00 – Espaço leitura: Lançamento do Almanaque Jornada nas Estrelas – Editora Aleph – com a presença dos autores Salvador Nogueira e Susana Alexandria, que também farão a Mesa-redonda “Uma série à beira da eternidade”.

15h00 – Entrevista com atores de Jornada nas Estrelas

15h30 – Intervalo

15h50 – Apresentação do fã-clube convidado “FFESP – Federação da Frota Estelar de São Paulo”

16h10 – Episódio final da nova “Battlestar Galactica” – legendado – INÉDITO NO BRASIL. Visto por mais de 3 milhões de pessoas quando foi ao ar nos EUA, no mês passado, foi o episódio de maior sucesso em 4 anos da série.

17h45 – Sorteio

18h00 – Encerramento

*programação sujeita a alterações
mais informações: http://www.grupozonaneutra.com.br/

Lançamento de Livro – Bienal do Livro da Bahia

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Lançamento dia 18/04/2009, a partir das 18 horas, na Bienal do Livro da Bahia, stand 12, Editora Livro.com

www.editoralivro.com

Século 23. Em um mundo que superou os seus conflitos, as máquinas exercem um papel fundamental. Andróides trabalham lado a lado com os humanos, ajudando a construir um mundo novo. Mas, repentinamente, estranhos acidentes começam a acontecer. O Inspetor Bert é chamado para desvendar o mistério da destruição de alguns andróides e, auxiliado por seus amigos cientistas, ele chega à fatídica conclusão: trata-se de suicídios. Ambientado em um clima de ficção holocientífica, DEIXANDO DE EXISTIR discorre sobre temas existenciais como a eutanásia, a depressão e o suicídio com uma abordagem holística e filosófica, provocando o leitor a refletir sobre a importância e o sentido da vida.

Leia, abaixo, as primeiras páginas do livro:
Durante séculos esses seres, que se chamam “humanos”, registraram as histórias dos seus feitos. Nas paredes das cavernas, nos papiros, nos pergaminhos, em tijolos, em tábuas de madeira, no papel, nos discos, nas memórias dos computadores. Fatos registrados com a tinta vermelha do sangue daqueles que morreram nos conflitos, nas guerras, nas conquistas e colonizações. Vítimas das ideologias, das ambições de poder, da fortuna, dos conflitos raciais, étnicos, ideológicos, religiosos e territoriais. Uma história escrita sempre pela mão dos vencedores.

Após milênios de autodestruição esses seres cansaram de promover a catástrofe por onde passaram, qual uma nuvem de gafanhotos. Por várias vezes, em seu descontrole, estiveram na iminência de acabar com a sua própria espécie, numa hecatombe universal. Sobreviveram a inúmeras pestes provocadas por vírus que eles mesmos criaram, a três guerras mundiais e a uma catástrofe ambiental, após o degelo da calota polar que provocou a submersão de um quinto das terras do planeta. Da pedra lascada à energia nuclear, das flechas ao raio laser, desenvolveram as mais requintadas técnicas de eliminação dos seus semelhantes.

Então, quem sabe se em consequência da elevada faixa etária dos terrícolas, por estarem cansados de tantas lutas inglórias, por quase deixarem de existir ou por tanto questionarem o seu papel no Universo, eles resolveram depor definitivamente as suas armas. Todos os recursos – antes desperdiçados em exércitos, armamentos e munições – foram revertidos para a erradicação da fome, da sede, das doenças e da miséria em todo o mundo.

Uma nova etapa da História da Humanidade estava começando. Quatro gerações depois, a Terra seria um lugar completamente diferente, onde predominaria a paz, a justiça e a igualdade. Graças às máquinas, a produção de bens aumentou exponencialmente, em quantidade e qualidade, e os serviços árduos já não precisavam mais serem realizados pelos frágeis homens.

Mas nem todos conseguiram se adaptar a essa novíssima ordem mundial. Parecia que alguns homens não foram programados para esse novo modo de vida, em que tudo parecia perfeito. Como efeito colateral da satisfação material surgiram as crises existenciais e o que anteriormente era uma endemia, característica de algumas regiões, acabou tomando as proporções de uma grande epidemia: o suicídio. Só após muitos anos de trabalho e com a adoção de medidas nas áreas da saúde, do comportamento e da propaganda, o surto pôde ser controlado.

E então, quando a História parecia ter chegado ao fim, quando aparentemente nada mais restaria a ser feito, nós, as máquinas, escrevemos um novo capítulo…

Goulart Gomes

http://www.goulartgomes.com/
http://www.bienaldolivrobahia.com.br/

2º Edição do Concurso Literário FC do B

Recebido por email:
Olá! Gostariamos de comunicar o lançamento da 2º Edição do Concurso Literário FC do B.

O propósito que norteia o Concurso Literário FC do B, é o de incentivar e revelar talentos literários, além de apresentar um panorama da Ficção Científica Brasileira atual.

Os contos selecionados farão parte da coletânea: FC do B – Ficção Científica Brasileira – Panorama 2008/2009.
Maiores informações no site oficial: http://www.fcdob.com

Obrigado.

BHB Eventos & Concurso Literário FC do B
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http://www.fcdob.com

Ridley Scott vai adaptar o jogo “Banco Imobiliário” para o cinema

da Folha Online

Ridley Scott vai adaptar para o cinema o famoso jogo de tabuleiros “Banco Imobiliário”
A recomendação é para que ele faça um filme futurista como em uma de suas principais obras, o cult “Blade Runner – O Caçador de Andróides”.

Scott terá a missão de colocar nas telas o roteiro de Pamela Pettler, a mesma de “A Noiva Cadáver”.
O acordo foi firmado entre a fabricante de jogos de tabuleiro Hasbro e o estúdio Universal. Antes de “Banco Imobiliário”, outro jogo da Hasbro acabou virando filme: “Transformers”.

A Universal também trabalha com a Hasbro em outros filmes. Michael Bay –diretor de “Transformers”– está cuidando da adaptação do “Jogo do Copo”, enquanto “Batalha Naval” também deve sair dos tabuleiros para as telas.

O retorno

No mês passado, Scott já havia dito que voltaria a fazer ficção-científica. Ele vai dirigir “The Forever War”, baseado no romance homônimo de Joe Haldeman.

Segundo a revista “Variety”, Scott pretendia ter filmado a adaptação após rodar “Alien” e “Blade Runner”, em 1979 e 1982, respectivamente, mas problemas relacionados aos direitos do livro retardaram esses planos por mais de duas décadas.

“Tentei fazer ‘The Forever War’ há 25 anos e gosto muito do livro, que me parece ainda mais relevante desde então”, disse o cineasta à revista.