A Ligação

Quando chegou na Netflix, A Ligação (Kol) foi apresentado como um filme de terror. Demorei para assistir, pois achei que se tratava de mais um filme de terror asiático.

Baseado no roteiro de Sergio Casci (The Lodge), A Ligação está mais para um suspense de ficção científica do que para terror.

A depressiva Seo-Yeon recebe uma ligação por engano e descobre que a chamada vem do passado. Ela desenvolve uma amizade com sua interlocutora, Young-Sook, porém Seo-Yeon logo descobrirá que mexer com o destino pode trazer consequências.

Gostei bastante da trama; é tensa e com muito suspense.

Já viu A Ligação, o que achou?

IO o último na Terra

IO (2019) é um drama de ficção científica que conta a história de Sam, uma das últimas pessoas no planeta Terra. O planeta sucumbiu e os humanos tiveram que procurar outro lugar para viver. Na lua vulcânica de Júpiter, Io.

Sam é filha de um cientista que estava tentando salvar o planeta da destruição total. E ela não desiste de tentar achar algo para comprovar o trabalho do pai.

Um dia, um estranho pousa perto da casa de Sam e tenta convencê-la a embarcar na última nave rumo a Io.

IO é um filme intimista e bem calmo e valeu a pena ter assistido. Infelizmente a pontuação dele é abaixo dos 40% no Rottentomatoes, mas isso não impede de assistir e, quem sabe, até gostar.

O filme é estrelado por Margaret Qualley e Anthony Mackie e está disponível na Netflix.

Já conhecida esse filme? O que achou? Conta nos comentários.

Mandy: sede de vingança

 

 

Mandy, de 2018, é um filme protagonizado por Nicholas Cage e dirigido por Panos Cosmatos.
O filme mistura diversos elementos como: amor, ódio, vingança, sadismo e até um pouco de terror sobrenatural.

Não é um filme para qualquer espectador, mesmo os cinéfilos de plantão podem achá-lo um pouco diferente.

A direção do filme é muito bem elaborada com uma mistura de cores que ditam os momentos e sentimentos dos personagens.

O filme traz referências de filmes como: Sexta-feira 13, o Massacre da Serra Elétrica e Hellraiser.

Mandy é um filme com potencial para ser cult. Além do visual diferenciado, a trilha sonora é marcante.

O filme valeu o prêmio Fangoria Chainsaw para Nicolas Cage, o diretor Panos Cosmatos e o compositor Jóhann Jóhannsson.

Mandy: sede de vingança estará na Netflix até 14 de junho.

Já viu o filme? Comenta o que achou.

O livro da ficção científica brasileira

Apoie o livro da ficção científica brasileira, por Editora Madrepérola

O Livro da Ficção Científica

Leitura essencial hoje, O livro da ficção científica brasileira é o grande livro sobre a ficção científica de autoria brasileira. Essa coletânea traz 39 contos e apresentam os mais variados subgêneros do scifi: viagem no tempo, distopia, invasão alienígena e space opera. O livro conta com 39 contos de autores nacionais.

Um livro para ser apreciado pela variedade de textos, essa viagem ao universo scifi apresenta novos escritores e suas histórias.

Ambientada no Brasil por seus nomes e temas, este livro valoriza a produção nacional do tema. Seus contos trazem características locais, regionais e globais; uma produção que surge no Brasil e agora ganha mundos. Assim, este coletivo fundamenta, constrói e favorece a imaginação de maneira crítica e criativa para diversificar saberes, identidades e culturas.

Saiba de todos os detalhes e apoie o projeto aqui.

O Preço de Marte

Em O Preço de Marte dois mil brasileiros tentam chegar ao Planeta Vermelho

O Preço de Marte

O Preço de Marte

Na segunda metade do século 21, um grupo de empresários, políticos e militares decide que é hora de o Brasil queimar etapas. Com algum dinheiro privado, e muitas concessões e licenças públicas, eles prometem fincar a bandeira verde e amarela no solo marciano, reivindicando para o país um quinhão do Planeta Vermelho. Milhões de famílias investem suas economias no projeto, que garante retornos astronômicos, enquanto dois mil brasileiros de diferentes estados, vão além: embarcam de corpo e alma na gigantesca nave construída em órbita da Terra. O Preço de Marte acompanha essa aventura espacial impulsionada por frustrações e sonhos – pessoais e coletivos –, intrigas, artimanhas políticas e golpes financeiros.

O Preço de Marte, do autor João Carlos Leal, está disponível na Amazon.

Radioatividade no CineCiência

Radioatividade

Radioatividade | imagem da internet

Nesta edição do #CineCiência a física espacial Ale Pacini e o físico Rodrigo Parreira falarão sobre o filme Radioatividade (EUA, 2019, 110 min, 14 anos, disponível na Netflix), dirigido pela aclamada escritora, ilustradora e cineasta iraniana Marjane Satrapi. Esse drama biográfico, estrelado por Rosamund Pike, conta a vida da física e química Marie Curie, que conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade.

Assista ao vivo no canal do MIS no YouTube.

Sobre os convidados 

Ale Pacini é física espacial, escritora, comunicadora científica (Canal do YouTube O Que Diz a Física) e mentora do projeto da ONU Space4Women. Licenciada e bacharel em Física pela Universidade Mackenzie (SP), mestre e doutora em Geofísica Espacial pelo INPE (SJC), possui um segundo título de doutora em Ciências Físicas pela Universidade de Oulu, na Finlândia. Ale Pacini?mora fora do Brasil desde 2016, trabalhando em institutos de pesquisa e observatórios americanos como Applied Physics Lab, NASA/Goddard e Observatório de Arecibo. Atualmente, ela é cientista do NWRA (Boulder, Colorado) e CEO da empresa InSpace, na qual ela lidera projetos de educação e divulgação científica.

Rodrigo Parreira é bacharel em Física pela Universidade de São Paulo, mesma instituição onde obteve seu doutorado em Física Matemática. Após um pós-doutorado na Universidade de Princeton, nos EUA, iniciou uma carreira corporativa na área de consultoria estratégica voltada à tecnologia da informação e telecomunicações. Atualmente, é CEO da Logicalis Latin America, uma das maiores empresas de serviços e integração de soluções tecnológicas atuantes na América Latina, com mais de 3000 colaboradores e presença em 11 países da região.

Sobre o curador e mediador 

Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia e História da Ciência – McGillUniversity, Canadá (1980) e doutorado em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (1992). Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, vice-coordenador do Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência para o Biênio 2018/2019 e presidente da Cátedra de Cultura Judaica da PUC SP. É ainda conselheiro Museu Judaico de São Paulo e membro Honorário da Academia Paulista de Educação.

SOBRE O #MISEMCASA
A campanha #MISemCASA traz conteúdos em diferentes formatos em todas as plataformas digitais do MIS. A ação acontece em conjunto com o #Culturaemcasa, desenvolvido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por conta da orientação do Centro de Contingência do Covid-19 – que determinou que os equipamentos culturais do Governo do Estado de São Paulo tenham seu funcionamento suspenso temporariamente. Conheça a ação #culturaemcasa: cultura.sp.gov.br/culturaemcasa/

09/Mai, 2021 – 17h, ao vivo
Gratuito

O Hospedeiro

O Hospedeiro (Gwoemul), de 2006, é um filme coreano escrito e dirigido por Bong Joon Ho. Como em Parasita, o Hospedeiro mistura drama, terror, ação com uma dose de humor.

Nas margens do rio Han o patriarca da família Park tem um quiosque de alimentação, que é o sustento da família. Um dia, um monstro mutante surge causando pavor e destruição.

Começa a saga da família Park em salvar a pequena Hyun-seo, levada pelo monstro.

Com alguns encontros e desencontros, a família precisa encontrar a menina, mas antes terão de fugir das autoridades sanitárias, da polícia e do monstro.

É um filme divertido e emocionante que merece ser visto. Existem algumas adições ao roteiro que o deixaram desnecessariamente longo, mas ainda é um bom filme.

O Hospedeiro está na Netflix.

Eles Vivem

Eu adoro filmes dos anos 1980. Pra mim, são os melhores que existem, mesmo quando não são tão bons. Acredito que seja a nostalgia que eles trazem.

Dia desses vi um filme que agora está no streaming e que eu nunca tinha assistido. Eles Vivem (They Live, 1988), do mestre John Carpenter, está na Netflix.

Baseado no conto de Ray Nelson, Eight O´Clock in the Morning, Eles Vivem conta a história de um trabalhador que encontra um óculos muito diferente. Ele faz com que se possa enxergar a real aparência de seres que estão manipulando os humanos.

Além de disfarçar a aparência, eles também espalham mensagem subliminar em todos os meios de comunicação, fazendo os humanos ficarem cada vez mais submissos e bitolados.

Achei o filme um pouco confuso mas a crítica social que ele faz é sensacional; bastante atual, merece ser visto.

Já tinha visto Eles Vivem ou vai assistir na Netflix? Comenta abaixo.