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FESTIVAL DO MINUTO lança concurso com o tema “Ciência”

eletronico-ciencia-1FESTIVAL DO MINUTO lança concurso com o tema “Ciência”

Os melhores vídeos concorrem a R$ 10 mil em prêmios

As inscrições vão de abril a 30 de agosto

São aceitos vídeos de qualquer formato e que tenham até 60 segundos de duração

“Ciência”. Nos deparamos com ela nas mínimas coisas do dia a dia – da lâmpada elétrica ao telefone celular, do banho quente aos tratamentos de saúde, da conservação ambiental ao uso da internet. Por isso, o termo pode trazer inúmeras ideias! É nisso que aposta o concurso do Festival do Minuto, que conta com o apoio da FAPESP e está em sua segunda edição.

Para participar, nada melhor do que deixar a imaginação fluir sobre qualquer ciência, seja ela exata, humana ou sobre a vida. Ciência da computação, engenharia, física, matemática, química, zootecnia, botânica, biologia, antropologia… E, como sempre, valem vídeos de até 60 segundos em qualquer formato: filmes de animação, vídeos feitos com câmeras digitais, celular, ipad etc. O que importa, mais uma vez, é a criatividade. O concurso segue aberto até o dia 30 de agosto. Ao todo serão entregues R$ 10 mil em prêmios.

Os interessados – de todas as idades e de qualquer parte do mundo – podem inscrever seus vídeos. Regulamento e informações, além do envio do vídeo, estão disponíveis no site www.festivaldominuto.com.br.

Lembrando que quem tem até 14 anos deve se inscrever pelo Minuteen – www.minuteen.com.br, espaço dedicado a crianças e adolescentes que estão começando a familiarização com equipamentos digitais.

E há ainda o www.escoladominuto.com.br que dá dicas de como realizar um vídeo de 1 minuto. Trata-se de um portal que, após o preenchimento de um cadastro simples e rápido, exibe depoimentos de realizadores e dicas do curador e diretor de cinema Marcelo Masagão. Ele fornece dicas para a pesquisa de temas, de softwares de imagem e som, de iluminação, entre outros tópicos importantes para a produção e orientação dos vídeos.

Sobre a FAPESP, apoiadora do concurso

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) é uma das mais importantes agências brasileiras de apoio à pesquisa científica. Criada em 1962, a FAPESP, ao longo dos seus 50 anos, concedeu cerca de 105 mil bolsas de pesquisa – da graduação ao pós-doutorado – e apoio a mais de 92 mil auxílios para pesquisadores do Estado de São Paulo. O apoio é dado a pesquisas em todas as áreas das ciências, bem como tecnologia, engenharia, artes e humanidades. A FAPESP também apoia pesquisas em áreas consideradas estratégicas para o País, por meio de programas em grandes temas, como biodiversidade, mudanças climáticas e bioenergia.

Para saber mais, acesse www.fapesp.br.

Sobre o Festival do Minuto

O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e propõe a produção de vídeos com até um minuto de duração. É, hoje, o maior festival de vídeos da América Latina e também o mais democrático, já que aceita contribuições de amadores e profissionais, indistintamente. A partir do evento brasileiro, o Festival do Minuto se espalhou para mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios. O acervo do Minuto inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (Ensaio Sobre a Cegueira e Cidade de Deus,), Beto Brant (O Invasor, Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios) e Tata Amaral (Antônia e Hoje).

Para saber mais, acesse www.festivaldominuto.com.br.

festivaldominuto.com.br | facebook.com/festivalminuto
@festivalminuto | twitter.com/festivalminuto

US$10 milhões para quem inventar um tricorder

Com informações da BBC – 17/01/2012

O primeiro tricorder antecipava, em 1966, os então ultramodernos gravadores de fita cassete. [Imagem: Cortesia CBS Studios Inc.]

Métricas da saúde

Um prêmio de US$ 10 milhões (R$ 18 milhões) está à espera de quem consiga criar um “tricorder” médico, um aparelho de diagnóstico similar ao usado pelo Dr. McCoy, da série Jornada nas Estrelas.

Qualcomm Tricorder X Prize está desafiando cientistas e engenheiros a construir uma ferramenta capaz de capturar “as métricas-chave da saúde e diagnosticar um conjunto de 15 doenças”.

Ele precisa ser leve o suficiente para que os candidatos a Dr. McCoy possam levá-lo a tiracolo – um peso máximo de 2,2 kg.

De acordo com o manual técnico oficial de Jornada nas Estrelas, um tricorder é um “aparelho portátil de sensoriamento, computação e comunicações de dados”.

O aparelho capturou a imaginação de milhões de espectadores do filme quando foi usado pela primeira vez na primeira transmissão da série, em 1966.

No episódio, que ocorria no século 23, o médico da equipe usou o tricorder para diagnosticar uma doença simplesmente fazendo uma varredura do corpo de uma pessoa.

Fato científico

Os organizadores do prêmio esperam que o enorme quantia em dinheiro possa inspirar os engenheiros de hoje a descobrir o segredo do gadget sci-fi, e “fazer a ficção científica do século 23 virar uma realidade para os médicos do século 21”.

“Eu provavelmente sou o primeiro cara que que ficaria feliz em perder US$ 10 milhões”, brincou o presidente da X Prize Foundation, Peter Diamandis.

Enquanto o tricorder ainda é coisa de ficção científica, outros prêmios X Prizes já se tornaram fato científico.

Em 2004, o Ansari X Prize para uma espaçonave reutilizável privada foi concedido à equipe que construiu a nave SpaceShipOne.

Grande parte da tecnologia desenvolvida para ganhar o prêmio foi posteriormente utilizado pela Virgin Galactic, uma das parceiras da NASA na nova era de exploração espacial privada.

Saúde wireless

Ao comentar o prêmio, o professor Jeremy Nicholson, chefe do departamento de cirurgia e câncer no Imperial College de Londres, afirma não acreditar que alguém possa ganhar os US$10 milhões em um futuro próximo.

“Os desafios são: o que você vai detectar, quais são as amostras que você pode colher e como juntar tudo em um único aparelho?”, afirmou.

Mesmo se o aparelho puder ser construído, continuou ele, os testes e a obtenção da aprovação para uso médico podem levar muito mais tempo.

Mas o Sr. Diamandis, aquele que ficaria feliz em pagar o prêmio, afirma que o simples fato de o prêmio existir poderia transformar o setor de saúde.

“Não é uma solução pontual. O que estamos procurando é o lançamento de uma nova indústria”, disse ele.

“O tricorder que foi usada por Spock e Bones inspira uma visão de como a saúde será no futuro. Ela será sem fio, móvel e minimamente ou não-invasiva,” prevê Diamandis.

Se serve como consolo para aqueles que pensam em ganhar o prêmio, pelo menos uma característica do tricorder de Jornada nas Estrelas não precisará estar presente.

“Nós não temos uma exigência de que o aparelhinho faça um zumbido,” brincou Diamandis.

Inovação Tecnológica

Tricorder Geológico de Star Trek

por Dado Ellis do Blog de Brinquedo

A Diamond Select e o Art Asylum anunciaram uma réplica do Tricorder Geológico da série Star Trek Original.

O Geological Tricorder Star Trek Original Series, em tamanho real, é super detalhado, e inclui luzes, sons, scanner removível e dois compartimentos que se abrem.

O Tricorder é uma réplica perfeita do gadget utilizado na série original dos anos 60 e fala 6 frases clássicas com a voz do computador feita pela atriz Majel Barrett-Roddenberry.

O Geological Tricorder Star Trek Original Series vem também com dois recipientes com amostras de minério extraterrestre.

O Tricorder Geológico custa US$44,99 na pré-venda da loja Entertainment Earth, que aceita encomendas do Brasil.

Veja também o Tricorder Médico de Star Trek Original e o Tricorder do novo Star Trek Movie aqui no Blog de Brinquedo.

Via Art Asylum Blog.

do Blog de Brinquedo

Sintetizadores de Alimentos: O fim dos pesadelos domésticos

Desde o tempo em que o homo-sapiens sacou que as plantas ou animais, que se metia a comer, ficavam bem melhor, em termos de gosto ou maciez, quando eram aquecidos, temperados, fervidos ou até mesmo congelados, é que a cozinha humana vem evoluindo em criatividade, tanto nos pratos como nos utensílios para prepará-los.

Dá até pra imaginar os primeiros fogões a lenha, sendo vendidos com o mesmo status de um microondas de hoje.

Mesmo com essa parafernália toda, que se usa hoje em dia, eu observo minha esposa criar verdadeiros milagres em belos e deliciosos pratos, mesmo que a geladeira não esteja em seus dias mais abastados. Ela é realmente uma expert nesse assunto e quem leva vantagem sou eu!

Só que, depois de uma refeição pra lá de boa, ela está cansada e,. como muitas vezes, tem que cumprir um horário tradicional (e bem humano) de almoço, teve de fazer certas coisas às pressas e quando chega a hora de lavar a louça, a cozinha lhe sorri com um ar de calabouço como quem diz:

-Até a hora do jantar você vai ter serviço de sobra!!!

Infelizmente, pra minha querida Inga, o cientista com quem ela se casou não gosta nem de chegar perto dessa “oficina de suporte de vida” e assim seguirmos a triste rotina de um lar de classe média-baixa-baixa-baixa-baixa do inicio do século 21.

Felizmente o mesmo homo-sapiens, que já achou que comida crua era bom negócio, sabe sonhar e criar objetivos com os quais buscar uma vida melhor. Um desses exemplos de rara vida inteligente em nosso planeta é a tecnologia do teletransporte, utilizada para sintetizar alimentos no universo Star Trek.

Imagine que você está no seu apartamento e que nele há uma dessas máquinas incríveis. Você se levanta, aperta uma tecla na moldura do seu quadro de entreterimentos, onde você vê o seu noticiário favorito, que é imediatamente interrompido por uma paisagem e musica relaxante. Aí você chega diante da máquina e diz:

-Lagosta assada, com risoto e vinho rosê.

Em tres segundos um prato com porções bastante equilibradas do que foi pedido e um copo bem cheio de um vinho bem tradicional aparecem numa bandeja sobre o balcão num tremeluzir que logo desaparece. Você pega a bandeja, vai até sua mesa, senta-se come pacas, sem espinhos, insetos, cabelos pra incomodar, uma refeição perfeita:

Depois você se levanta, levando a mesma bandeja e, sem se importar com suas sobras, coloca-a no mesmo balcão de onde a retirou. A bandeja e tudo o que ainda havia sobre ela desaparece do mesmo jeito que apareceu.

Esse é um exemplo bastante comum do que seria o uso de um sintetizador de alimentos padrão, houve um tempo em que só se veria uma seqüência como essa num filme de bruxas ou feiticeiros, acompanhado de um monte de palavras mágicas, ingredientes nojentos etc. Mas, como tudo em Star Trek, vem acompanhado de uma explicação lógica, com o perdão dos leitores vulcanos, essa mágica tem um método de funcionamento bem fácil de explicar. Todo o processo é baseado na tecnologia de teleporte, onde, através da manipulação de campos espaço-gravitacionais-tridimensionais (égua!) um computador pode criar um “holograma” da matéria e “montá-la” a nível molecular, depois de rastrear seus padrões nucleares e assim projetar matéria. Nesse contexto, quando essa tecnologia esbarrou nas pessoas encarregadas dos suprimentos alimentícios de naves de longo alcance, uma revolução na arte culinária humana teve início.

Era muito difícil manter a nave abastecida de viveres para toda a tripulação, qualquer perda de estoque obrigava a nave a interromper sua missão e fazer uma parada num posto da Federação para abastecimento. Sabe-se que casos de canibalismo já haviam acontecido em naves que ficavam a deriva por muito tempo.

Aí chegou o sintetizador de alimentos! Evoluindo do conceito dos antigos resequenciadores de proteinas. Uma máquina que não dá trabalho e que, depois de programada corretamente, pode produzir qualquer prato conhecido, bastando fornecer-lhe os componentes básicos. Dá até pena de certos felizes proprietários de pequenas redes de empórios conhecidos como Carrefour, Extra, Paes e Mendonça etc. quando entenderem o que isso significa.

Se você leu tudo isso, deve estar DOIDO pra entender como exatamente funciona essa delícia, que finalmente daria mais paz pra minha doce Inga e, é lógico, mais tempo pra nós dois.

A coisa toda se divide em tres passos importantes, desde quando se faz o pedido até a hora em que a refeição se materializa.

1- Interpretação do Pedido

O computador entende que você se dirigiu à ele e suas palavras se referem a um ou mais determinados pratos. Então ele faz uma busca em seus bancos de dados para saber se esses pratos estão cadastrados em vários cardápios e línguas conhecidas, haja terabyte!

Caso não encontre, alguns modelos simplesmente não fazem nada, ao passo que outros, mais luxuosos, informam polidamente que seu pedido não está disponível, faz sugestões e até te põe em contato com a manutenção para que você especifique a programação do seu pedido ou receba mais esclarecimentos.

Quando o pedido é entendido e devidamente reconhecido o passo seguinte é a:

2 – Seleção de componentes básicos.

De acordo com aquele menino, o Albert Einstein, a matéria é energia sob certo ponto de vista. Os sintetizadores de matéria poderiam produzir alimentos contando apenas com energia, reorganizando, moléculas a partir de plasma puro, só que isso exigiria MUITA energia, por isso é que se usam componentes básicos, nas mais variadas bases, sendo que a base da alimentação humana é em sua maioria, na forma de carbo-hidratos.

No momento que um prato é identificado nos bancos de memória são lidos arquivos que contém as informações de um “mapa” molecular, para onde o computador deverá direcionar as estruturas atômicas, materializando-as de acordo com esse padrão estabelecido. Simultaneamente, nos containers de componentes básicos, as partes necessárias seriam desmaterializadas, para se tornarem matéria prima. Por exemplo, se o pedido for uma MINGAU DE NESTON o computador imediatamente selecionará as quantidade exatas de hidratos de carbono, proteínas, sais minerais, cálcio, fósforo, vitaminas, ferro, pantotenato de cálcio, bem como o material sintético para prato, bandeja e talheres. (Eu li esses componentes no rótulo do produto).

3 – Materialização do prato em seu destino

Finalmente com padrões moleculares e energia básica disponível, o prato é montado no balcão do console de onde partiu o pedido por meio de projetores de campos que seriam melhor entendidos como “hologramas gravimétrico-materiais”, que, inclusive agitam as moléculas durante o processo de materialização para aquecê-la o mais naturalmente possível. Mas isso fica para os séculos que vem.

Depois de muito estudo, começaram a surgir restaurantes especializados em variações alimentares até onde a imaginação podia ir. Os programas mais variados tais como Frango assado com ossos de Mandioca Frita, saladas de brócolis que tem folhinhas de caviar, peito de frango no formato de um pêssego, javali defumado com ossos de queijo provolone, Tortas-de-Algodao-Doce-de-Gelatina e por aí vai.

Quando uma refeição termina as sobras são desmaterializadas e retornam ao seu estado básico. Qualquer elemento que viesse a mais, o que seria nojento paca, seria imediatamente desviado pelos bio-filtros para estudo, no caso de germes ou vírus nocivos a saúde, o computador informaria a ala médica, que chamaria o indivíduo para exames.

Eu fico realmente BESTA quando olho para o meu triste atlhon 1.7Ghz e penso na rapidez com que o computador da minha querida USS-Urânide, uma nave estelar da classe Prometheus, realiza essas tarefas todas em 2 a 3 segundos por pedido! UAU!

Isso se deve ao fato dos seus processadores-holográficos funcionarem sob campos de Dobra…

Mas isso é outro papo…

Vida Longa e Próspera, Se Deus Quiser.

Artigo escrito por Contra Almirante Marc Seven (uranide@gmail.com)

Comandante da Divisão Graduação da FFESP
Comandante da Divisão Diplomática da FFESP
Embaixador da FFESP na UFS
Embaixador da FFESP na USS-VENTURE
Comandante da Base Lunar FFESP no SL
Capitão da USS-Urânide

Artigo: Reatores de Dobra

Reator Romulano

Muita gente me pergunta como funcionam os reatores de dobra mostrados em Jornada nas Estrelas e muita gente já explicou como funciona um reator de dobra do modeluousado pela Frota Estelar desde os tempos da primeira Enterprise comandada pelo capitão Kirk.

Só que além desse tipo de reator existe o dos Romulanos que tem um principio de funcionamento bem diferente dos outros como klingons, andorianos, vulcanos etc. que usam o mesmo sistema da Terra.

O reator é a peça onde a energia é gerada, num carro do século 21 o reator é o motor que transforma a gasolina em energia mecanica e as rodas quando recebem essa energia, atuam no chão, fazendo o carro andar. Sendo assim o reator de dobra é o inicio do processo ao passo que as naceles, aqueles tubos fora da nave agem como os pneus.

Começemos pelo reator de dobra usado na Frota Estelar.

Aquela abóbada de aço pra onde a gente vê dois tubos verticais trazendo luz azul pra ele e dois tubos horizontais por onde sai uma luz amarelada.

No centro desse reator fica o cristal de Dilitium
De cima vem um filamento de deutério, e de baixo vem outro filamento de ANTI-deutério

O encontro dos dois filamentos resultaria numa explosão conforme vista no filme Anjos e Demônios destruindo a nave totalmente.

Mas quando os dois microjatos penetram na porosidade cristalina do cristal de dilitium a energia resultante do encontro é condensada e não expande tão rápido, emanando na forma de plasma que sai do meio do cristal e é direcionado para alimentar os sistemas da nave…


Reator da Frota Estelar

A maior parte vai direto para as naceles de dobra que consomem toda essa energia pra criar o campo de dobra.

Simples não?

Então vamos aprender um pouco mais.

Eu escrevi o rascunho de um livro em meus tempos de adolescente, no século passado é claro,  em uma máquina de escrever em pleno 1975, descrevi que meu opala vermelho com asas e aerofólio pretos tinha um motor do tamanho e formato de uma bola de futebol americano e era movido a TEMPO.

Imaginei um sistema que criava uma micro fenda espacial para o mesmo ponto no espaço onde a pressão quântica de dez mil anos no futuro viajavam para o presente e vice versa.

Se E=MC2 (Energia = MASSA * Velocidade da luz C ao quadrado)  então C2 pode ser comparado a E/M  e depois destrinchado em (CD/CT)2 = E/M e depois, (me ajudem os matemáticos, por favor) ficaria assim:

Tempo luz  = Raiz quadrada do resultado da distancia-luz  sobre a divisão de Energia pela massa…

Dada a constante fluência quântica e esse efeito, para que o equilibrio daquela região do espaço seja compensada, resulta numa explosão de energia, que é desacelerada na medida em que a energia se afasta da corrente temporal consensando-se em volta da camara como algodão doce e sendo escoada pelos poros da camara já está na forma de plasma de dobra.

Por incrível que pareça essa é a exata mesma descrição de um reator de dobra movido a uma singularidade quântica. Só mudou o nome. E é justamente esse o tipo de reator usado nas naves romulanas. E tem mais, no meu conceito e no de Star Trek esse tipo de reator uma vez iniciado, entra em auto sustentação e nunca mais pode ser desligado.

Tanto é que quando uma nave romulana é destruída, o estrago é tão grande que a singularidade quântica leva anos pra ser destruída, vagando pelo espaço e atrapalhando seriamente a navegação.

O resto do sistema de propulsão é semelhante ao das naves da Federação, ou seja, conduites magnéticos, naceles de dobra etc.

Meu livro foi escrito em papel e perdido irremediavelmente mum lixo qualquer de São Paulo há mais de 30 anos e eu nem preciso escrevê-lo mais, já existe um filme com uma historia parecida, o Raio Negro. Mas a idéia de um motor movido a tempo, pelo jeito fervilhou na cabeça de mais alguem por ai…

Vida Longa e próspera a Criatividade Humana!
O maior presente do Criador a suas Criaturas!!

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Artigo escrito por Contra Almirante Marc Seven (uranide@gmail.com)
Comandante da Divisão Graduação da FFESP
Comandante da Divisão Diplomática da FFESP
Embaixador da FFESP na UFS
Embaixador da FFESP na USS-VENTURE
Comandante da Base Lunar FFESP no SL
Capitão da USS-Urânide