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Comic Con Experience

ccpx

Dias: 4 a 7 de dezembro de 2014

Local: Imigrantes Exhibition & Convention Center – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5.

Horário de funcionamento

Confira os detalhes e programação

http://www.ccxp.com.br/experiencia/programacao/

http://www.ccxp.com.br/ingressos/

 

#VaiSerEpico

Anime Sampa

animesp

Dias 12 e 13 de Abril – Anime Sampa 2014

O Anime Sampa entra com tudo em 2014 , trazendo ao publico atrações como :
Animekê;
Salas Temáticas;
Concurso Cosplays;
Concurso K-pop;
Área medieval ;
Bandas ;
Dubladores;
Games ;
Amostra de ikebanas ;
e muito mais……

Entrada Gratuita…..

acesse:
www.animesampa.com.br

Rua Guaipá, 678 – Vila Leopoldina, 05089-000 São Paulo

Fantasticon 2013

Programação Completa

21 e 22 de setembro

 O Fantasticon é considerado hoje um dos eventos mais importantes da literatura fantástica nacional. Ele surgiu em 2007, para reunir leitores, escritores, editores e pessoas interessadas em Literatura Fantástica com o intuito de incentivar e enriquecer o estudo e o debate sobre o Fantástico no Brasil em suas três manifestações literárias principais: a ficção científica, a fantasia e o horror.

Para isso, conta com palestras, mesas-redondas, oficinas, mostra de filmes, exposições, lançamentos, sessões de autógrafos, atividades lúdicas e momentos de confraternização que colaboram para a troca entre os participantes que ampliam suas visões sobre a literatura fantástica brasileira e internacional.

A finalidade é estimular e ampliar a reflexão crítica sobre a Literatura Brasileira, em geral e a Literatura Fantástica, em particular, apresentando, discutindo e divulgando as produções nacionais e internacionais, de forma acessível ao público em geral.

O Fantasticon é organizado pelo editor Silvio Alexandre, em uma realização da Biblioteca Pública Viriato Corrêa, do Sistema Municipal de Bibliotecas e da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Integra o Circuito Nacional de Feiras de Livros, da Fundação Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura e da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

PROGRAMAÇÃO

EXPOSIÇÕES

SÁBADOS E DOMINGOS

a partir das 11 horas

Painel “As Raízes da Literatura Fantástica” — curadoria de Silvio Alexandre e Claudia Fusco

a partir das 11 horas

Exposição: “Steampunk – A Nostalgia do Retrofuturismo”— curadoria do grupo A.S. O Príncipe Negro

 

BOOK CROSSING
SÁBADOS E DOMINGOS

a partir das 13 horas

BookCrossing: “Ideias e Livros Livres – Liberte seus Livros no Fantasticon”

— curadoria Martha Argel e Humberto Moura Neto

21 DE SETEMBRO – SÁBADO

 11h às 13h (no Espaço Temático)

Oficina: “Ferramentas de auxilio à escrita – como escrever uma história de sucesso”— com Gianpaolo Celli

13h30 às 14h30

Palestra: “Medos, Medinhos e Medões: Lidando com o Terror na Literatura”— com Rosana Rios e GELF (Grupo de Estudos de Literatura Fantástica)

Crianças, adolescentes (e adultos!) gostam de ouvir histórias; e é fato comprovado que as histórias mais apreciadas são as que mexem com os nossos medos — o que pode explicar o sucesso constante da Literatura de Terror e de seu sucedâneo, o cinema de Horror.

Desde Aristóteles, que definiu o conceito de catarse, até os psicólogos da linha Jungiana, que nos falam sobre mitos, contos folclóricos e arquétipos como elementos fundamentais em toda literatura, verificamos a perenidade dos enredos que causam sustos, palpitações, terror aos leitores. Não por acaso, os autores do Romantismo trabalharam com motivos assustadores e aterrorizantes, inaugurando a literatura gótica e abrindo precedentes para milhares de escritores.

Refletir sobre os pavores evidenciados na ficção, em especial na literatura fantástica, é uma forma de entendermos melhor a dinâmica do crescimento do ser humano e encontrar formas de lidar com os nossos próprios medos.

 

  • GELF (Grupo de Estudos de Literatura Fantástica), coordenado pela escritora Rosana Rios, que se dedica a discutir, apreciar e divulgar obras literárias de literatura fantástica (ficção científica, fantasia e horror) suas interações e obras precursoras, além de comentar transposições para cinema, teatro, televisão e quadrinhos.

15h às 15h30

Apresentação: “Demonstração de Esgrima Cênica”— com o grupo A.S. O Príncipe Negro

O objetivo é mostrar técnicas de coreografias, visando familiarizar o público com os fundamentos, as técnicas e a estética da esgrima moderna, mostrando movimentos básicos da esgrima de florete e sabre para utilização cênica. A esgrima pode ser praticada por todos, desenvolvendo as qualidades físicas de resistência, velocidade e precisão, e as qualidades morais de julgamento, decisão e vontade. É um excelente meio para disciplinar, ampliar, justapor e coordenar as impressões sensórias (táteis, visuais, auditivas, musculares) e as ações psicomotoras.

16h30 às 17h30

Bate-papo: “Realismo Fantástico no Brasil – a experiência da revista Planeta”— convidado: Inácio de Loyola Brandão – mediação: Manuel da Costa Pinto

Com a proposta de investigar o porquê das coisas fora do âmbito das respostas convencionais, a revista Planeta foi lançada no Brasil nos anos 1970. Criada por Ignácio de Loyola Brandão e Luis Carta como uma versão brasileira da revista Planète, fundada em 1963 pelos franceses Louis Pauwels e Jacques Bergier, autores do clássico “O Despertar dos Mágicos“.

A revista Planeta foi o porta-voz de um movimento de renovação intelectual chamado Realismo Fantástico. Ela tinha como meta investigar o mundo sem os “preconceitos” ditados pelo “cientificismo” e o “intelectualismo” da era moderna. Para eles, o fantástico é uma manifestação das leis naturais, um resultado do contato com a realidade quando esta nos chega diretamente, e não filtrada pelo véu do sono intelectual, pelos hábitos, os preconceitos, os conformismos.

No artigo “D’une Renaissance à l’autre” Pauwels relaciona o Realismo Fantástico às “descobertas” do século XVI: “A ênfase recai na ideia de um contexto com novos questionamentos, cujas respostas ou, pelo menos, caminhos para a sua obtenção não se encontram na ciência e artes vigentes. Torna-se necessário inaugurar um novo modo de perceber o mundo”.

No Brasil, Planeta se tornou em importante veículo de novas ideias em um país assolado pela ditadura militar, em um período de intensa censura. Através da valorização de temas tidos como marginais, o periódico oferecia a possibilidade uma nova visão do individuo e da sociedade que tinha como fonte saberes advindos de diferentes culturas e épocas. Os objetivos de Planeta correspondiam aos primeiros anseios de Planète, ao menos em seus anos iniciais de vida: aliar arte e ciência, investigar assuntos marginalizados em busca de seus significados, através da observação e de uma pesquisa “sem preconceito”.

Por contrato, a revista brasileira deveria usar o material fornecido pela Planeté. Porém, muitos artigos eram de autoria de brasileiros, produzidos por uma equipe composta especialmente para esse fim. A Planeta tratava de temas evitados pela imprensa por serem considerados tabus. Loyola Brandão, o primeiro diretor de Planeta, diz que a revista era algo completamente fora da caixinha, que mexeu com as cabeças ao falar do poder da mente, civilizações desaparecidas, universos paralelos, mistério do além, mundos primitivos. Foi o primeiro meio de comunicação de massa a falar de temas como extraterrestres, parapsicologia, reencarnação etc. Era uma publicação que não tinha fórmula e enquadramentos, tinha um sentido libertário, era um movimento de crítica ao sistema estabelecido.

  • Ignácio de Loyola Brandão é considerado um dos maiores nomes da literatura contemporânea. Escreveu mais de 40 livros, em quase todos os gêneros literários. Sua produção literária rendeu-lhe vários prêmios, como o Jabuti. Membro da Academia Paulista de Letras é coordenador dos debates das Jornadas Literárias de Passo Fundo desde 1988. Foi redator-chefe das revistas Cláudia, Realidade, Planeta, Ciência, Vogue, entre outros periódicos. Escreveu roteiros para filmes e teve livros adaptados para teatro e balé.
  • Manuel da Costa Pinto é jornalista e crítico literário. Mestre em teoria literária pela USP foi um dos criadores da revista “Cult”, editor-assistente da Edusp, editor-executivo do Jornal da USP, redator do caderno “Mais!” e colunista da Folha de S.Paulo. Foi curador da FLIP 2011. É editor dos programas de literatura “Entrelinhas” e “Letra Livre”, da TV Cultura, e editor do “Guia da Folha – Livros, Discos, Filmes”.

18h às 19h

Bate-papo: “Cortázar e o conto sem véus” — convidado Marcelino Freire – mediação: Bráulio Tavares

Estandarte do realismo fantástico e frequentador de aulas de boxe, o argentino Julio Cortázar é um grande contista e um fabuloso teórico do conto, com contribuições magníficas. Ele é conhecido pela precisão, onde cada texto é um soco técnico e imbatível. Escrever para ele é o resultado da ousadia de pôr em jogo recursos de desvio, agressão, reversão e desbaratamento para impedir que a linguagem imponha suas regras, se interponha entre consciência e mundo, entre apreensão e expressão.

Para Cortázar o conto é um gênero de dificílima definição, gênero “tão secreto e dobrado sobre si mesmo, caracol da linguagem, irmão misterioso da poesia em outra dimensão do tempo literário”. Segundo ele, um conto pode ser o relato de um acontecimento real ou fictício. E sendo um gênero breve, contém em si uma vitalidade sintetizada que se caracteriza mais pelas densidades humanas impressas nas pequenas tramas e pelo brilho da escrita, do estilo e da linguagem, do que propriamente pelas histórias narradas,

Este bate-papo é um convite para observamos que aquilo que ocorre num conto deve ser intenso, entendendo-se intensidade como o palpitar da substância da narrativa, um núcleo animado inseparável e decisivo, em torno do qual orbitam os demais elementos. Segundo Cortázar, um dos grandes narradores hispanoamericanos do século XX, não é somente questão de tema, “de ajustar o episódio ao seu miolo”, mas de fazê-lo coincidir com a sua expressão verbal, aparando arestas para que nada ultrapasse os limites desejáveis.

Nas suas palavras: “Todo conto perdurável é como a semente onde dorme a árvore gigantesca. Essa árvore crescerá em nós, inscreverá seu nome em nossa memória”.

  • Marcelino Freire é escritor e editor. Um dos principais nomes e divulgadores da nova geração de escritores. Ganhador do Prêmio Jabuti. Participou de várias antologias no Brasil e no exterior.
  • Bráulio Tavares é escritor, compositor e roteirista de cinema e televisão. Pesquisador de literatura fantástica, organizou várias antologias do gênero e, também, publicou obras dedicadas ao público infantil e juvenil. Ganhador do Prêmio Caminho, Prêmio APCA e Prêmio Jabuti.

22 DE SETEMBRO – DOMINGO

 

11h às 13h (no Espaço Temático)

Oficina: “Gestão de Carreira Literária”— com Sandra Schamas

 Sandra Schamas é escritora e tradutora. Participou de coletâneas e têm livros publicados. Faz parte do projeto “História Íntima da Leitura” que convida o leitor a inserir-se no texto, reescrevendo, a cada leitura, uma nova História

13h às 14h

Festa de premiação: “Entrega do Prêmio Argos” — com Clinton Davisson e CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica)

O prêmio Argos 2013 é feito por votação direta dos sócios do Clube dos Leitores de Ficção Científica (CLFC) e visa eleger os melhores romances e contos do gênero fantástico (ficção científica, fantasia e terror).  O objetivo é incentivar e prestigiar a leitura de obras do gênero de autores nacionais publicados em língua portuguesa. Concorrem histórias publicadas originalmente em língua portuguesa, em meio impresso ou digital, durante o ano de 2012.

  • O CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica) é uma entidade sem fins lucrativos, criado por entusiastas da ficção científica em todo o Brasil com o objetivo de divulgar o gênero tanto na literatura quanto no cinema, e também em outros meios de comunicação.  Foi fundado em 1985 e desde então tem atuado em diversas cidades e estados do Brasil e no exterior.

14h30 às 15h30

Bate-papo: “Murilo Rubião – O fantástico como representação da realidade” — convidado: Jorge Schwartz – mediação: Andrea Del Fuego

Em Murilo Rubião, o fantástico está no cotidiano. Ausência de rupturas bruscas na seqüência narrativa ou de efeito de suspense no leitor. Acontecimentos referencialmente antagônicos e inconciliáveis conciliam-se tranqüilamente pela organização da linguagem. Dragões, coelhos e cangurus falam, mas não há mais o clássico “enigma” a ser desvendado no final. Conhecer Murilo é penetrar no mundo do fantástico. Penetrar no mundo do fantástico é ler a escritura muriliana.

O Realismo Mágico é uma característica própria da literatura latino-americana da segunda metade do século XX que funde a realidade narrativa com elementos fantásticos e fabulosos. Floresceu nos anos 1960 e 1970, enraizado nas discrepâncias surgidas entre cultura da tecnologia e cultura da superstição, e em um momento em que o auge das ditaduras políticas converteu a palavra numa ferramenta infinitamente apreciada e manipulável. Murilo Rubião é o maior exemplo de Realismo Mágico no Brasil.

  • Jorge Schwartz é graduado em estudos latino-americanos e inglês pela Universidade Hebraica de Jerusalém, obteve mestrado e doutorado em teoria literária e literatura comparada na USP, onde é professor titular de literatura hispano-americana. É pesquisador sênior do CNPQ, autor de numerosos livros e artigos de crítica de artes visuais e literatura e curador de diversas exposições. Coordenou a edição das obras completas de Jorge Luis Borges em português. Dirige o Museu Lasar Segall (Ibram/MinC) desde 2008.
  • Andrea Del Fuego é escritora e jornalista. Autora de diversos contos publicados, além de vários livros juvenis e infantis. Seu primeiro romance, Os Malaquias, que conta a história de três irmãos que ficam órfãos quando seus pais são atingidos por um raio, foi ganhador do Prêmio Saramago de Literatura.

16h às 16h30 (no Espaço Temático)

Fantastiquinha: “Histórias Fantásticas”Atividade para a criançada com o Grupo Cantando Histórias

E a criançada também tem vez! Será que as bruxas são mesmo sempre malvadas e as princesas, sempre boazinhas? Quando apaga a luz, tem algum bicho papão escondido? Venha conferir essas e outras histórias fantásticas que serão narradas em meio a músicas e atividades lúdicas para toda a família.

16h às 17h

Bate-papo: “Nós, Ciborgues – Nosso Futuro Pós-Humano”— convidado: Bráulio Tavares – mediação Luiz Bras

Pela primeira vez em nossa longa história, depois de humanizar praticamente todo o planeta, o ser humano está começando a modificar fisicamente o próprio ser humano. O avanço da tecnologia tem sido mais rápido que nossa capacidade de discutir a criação de instituições nacionais e internacionais que lidem com os frutos desse progresso.

O desenvolvimento da biotecnologia deve fazer maravilhas pela humanidade no futuro, mas também pode provocar problemas políticos sem precedentes se não houver controle. É preciso discutir os avanços recentes nessa área, como o Projeto Genoma, a clonagem e as novidades da neurofarmacologia, hoje capaz de resolver problemas que antes eram considerados estritamente psicológicos. As implicações políticas dessas novidades são incontáveis. Tudo isso pode vir a afetar nossas noções de direitos humanos, do que é certo ou errado, do que é digno ou indigno.

Aí está um excelente desafio também pra nossos poetas e ficcionistas. Expressar em poemas, contos e romances a questão do pós-humanismo. Refletir em prosa e verso sobre a maneira como a tecnociência e a biotecnologia estão modificando fisicamente o ser humano. Para o bem e para o mal.

  • Bráulio Tavares é escritor, compositor e roteirista de cinema e televisão. Pesquisador de literatura fantástica, organizou várias antologias do gênero e, também, publicou obras dedicadas ao público infantil e juvenil. Ganhador do Prêmio Caminho, Prêmio APCA e Prêmio Jabuti.
  • Luiz Brás é doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Colabora com o caderno Ilustrada, do jornal Folha de S.Paulo. Publicou romances, coletâneas de contos e de crônicas. Recebeu diversos prêmios: Fundação Cultural do Estado da Bahia, Associação Paulista dos Críticos de Arte, Prêmio Clarice Lispector, Fundação Biblioteca Nacional e dois Casa de las Americas.

17h30 às 18h (no Espaço Temático)

Apresentação: “Dança Tribal Fusion” 

As dançarinas Dana Guedes, Cassia Larrubia e o grupo OrganYKa Triad irão trabalhar os temas Steampunk, Gótico e contos do Marquês de Sade.

Tribal Fusion é uma forma moderna de dança do ventre com a fusão de diversos estilos de dança. Freqüentemente incorpora hip hop, breakdance, dança do ventre tipo “cabaré” ou “egípcia” e dança contemporânea, além das clássicas como flamenco, khatak, bhangra, balinesa e outros estilos folclóricos.

EXPOSIÇÕES

SÁBADOS E DOMINGOS

a partir das 11 horas

Painel “As Raízes da Literatura Fantástica” — curadoria de Silvio Alexandre e Claudia Fusco

a partir das 11 horas

Exposição: “Steampunk – A Nostalgia do Retrofuturismo”— curadoria do grupo A.S. O Príncipe Negro

 

BOOK CROSSING
SÁBADOS E DOMINGOS

a partir das 13 horas

BookCrossing: “Ideias e Livros Livres – Liberte seus Livros no Fantasticon” — curadoria Martha Argel e Humberto Moura Neto

 

Release: Silvio Alexandre

ENDEREÇO DO FANTASTICON 2013

BIBLIOTECA PÚBLICA VIRIATO CORRÊA

Rua Sena Madureira, 298 – Vila Mariana – 04021-050 São Paulo – SP
Tel.: (11) 5573-4017 e (11) 5574-0389
ENTRADA FRANCA

 

1) Não é necessário se inscrever antecipadamente.  As senhas, para todas as atividades, serão distribuídas com 1h de antecedência, obedecendo à capacidade de lotação:
101 lugares na Sala Luiz Sérgio Person.

2) As Oficinas serão no Espaço Temático – Vagas limitadas.

3) Lançamentos, Autógrafos e Painéis serão no Espaço Temático.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/viriatocorrea/index.php?p=215

Keep Walking Dead

keepwalkingdead

Hey Walkers! São Paulo vai receber um exposição super bacana que reúne grandes nomes da ilustração para expor um pouco do universo zumbi.

A mostra traz obras realizadas com diferentes técnicas e tamanho padronizado de 30 x 60 cm. Estarão expostos também os esboços e estudos preparatórios para as obras finalizadas, além de prints das pinturas.

Obras, esboços e prints estarão disponíveis para venda. No dia 8 de junho, sábado, alguns artistas estarão no estúdio para um bate papo com os visitantes e autógrafo de prints, das 11h às 16h. Anotem na agenda!

Participam do projeto os artistas Alexandre Reider, Anderson Nascimento, Avelino, Canato, Celso Mathias, Charles Oak, Davi Calil, George Mend, Greg Tochini, Julia Bax, Léodolfini,Maike Bispo, Marcus Claudio, Maurício Takiguthi,Dwari, Nilo de Medinaceli, Paulo Frade, Rod Pereira e Rodrigo Idalino.

INFORMAÇÕES DO EVENTO:

Entrada franca!
Abertura: 3 de Junho às 19:00
Exposição: de 4 a 21 de Junho
Local: Plein Air Studio – Rua Cristiano Viana 180, Jardim América, São Paulo.
Mais informações: contato@pleinairstudio.com.br

 

 

 

Mais detalhes: http://walkingdeadbr.com/exposicao-keep-walking-dead-brasil-em-sao-paulo/

http://www.facebook.com/KeepWalkingDeadBrasil