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FUNDAÇÃO vai virar série da HBO

notícia do SCIFI do Brasilfundacao

 

Depois de anos em desenvolvimento para o cinema pelo diretorRoland Emmerich, a clássica trilogia Fundação, de Isaac Asimov, será adaptada como uma série da HBO pelo roteirista e produtor Jonathan Nolan (trilogia Cavaleiro das Trevas, Interestelar).

 

A obra de Asimov é ambientada milênios no futuro e conta a história de Hari Seldon, um matemático que inventa uma técnica de análise preditiva intitulada “psico-história”, que consiste em prever eventos de grandes proporções. Assim, ele descobre que o Império Galáctico vai entrar em colapso, mergulhando a humanidade numa Idade das Trevas na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie, demorando 30 mil anos para que a civilização seja recuperada. Entretanto, se uma intervenção for realizada no momento certo, esse período de recuperação será reduzido drasticamente para apenas mil anos. Ele então reúne uma “fundação” de engenheiros, pensadores e artesãos, e os esconde em extremos opostos da galáxia a fim de preservar todos os conhecimentos da raça humana, para facilitar a futura retomada da civilização.

 

Nolan, cuja primeira experiência televisiva foi a série Person of Interest, também está envolvido na adaptação de Westworld para a mesma HBO.

 

Melhores Relançamentos do Cinema

Revista Time elege 10 melhores relançamentos do cinema
seg , 30/8/2010  edgonline

A versão de “Avatar” com nove minutos inéditos chegou aos cinemas americanos neste fim de semana. Para pôr a experiência em perspectiva, a revista Time publicou em seu site uma lista com os 10 melhores relançamentos da história do cinema.

Veja o ranking:

1. A trilogia “Star Wars”Para o portal, a sequência de filmes “merece estar no topo de qualquer lista de relançamentos apenas pelo fato de George Lucas [roteirista e criador da série] parecer nunca parar de relançá-la”. Em 1981, um ano depois de “Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca”, a franquia voltou às telonas. Em 1997, todos os três primeiros filmes foram digitalmente remasterizados e relançados para comemorar o aniversário de 20 anos do primeiro lançamento. Depois, em 2004, novamente a trilogia voltou, mas em DVD. Em todos esses casos, Lucas fez pequenas alterações para aperfeiçoar o efeito de continuidade entre um longa-metragem e outro. E ele ainda declarou que quer trazê-los de volta, em 3-D…

2. “Blade Runner, o Caçador de Androides” A versão original, de 1982, tinha uma voz narradora e final feliz, segundo o site, devido à pressão de empresários, que temiam um fracasso de público. Dez anos depois, o diretor, Ridley Scott, relançou a ficção científica, agora sem narração e com um desfecho que alterou totalmente a trama por trás do protagonista. Em 2007, “Blade Runner: The Final Cut” trouxe o que parece ser a  versão definitiva da história.

3. “Metrópolis” Graças ao desastre nas bilheterias, em 1927, cerca de uma hora do longa-metragem original se perdeu para sempre. Mas, depois de encontrarem parte desses trechos na Argentina em 2008, o filme mudo praticamente completo foi exibido este ano na Alemanha. Esta versão é considerada melhor que a relançada em 1984 — que continha, como trilha sonora de acompanhamento, artistas do começo daquela década…

4. “Apocalipse Now Redux”As versões de 1979 (original, chamada apenas “Apocalipse Now”) e 2001 (reeditada) simplesmente parecem ser de dois filmes distintos, segundo a página da Time na internet. Francis Ford Coppola gastou tanto tempo e dinheiro para fazer “o filme de guerra mais insano de todos os tempos”,  que sobrou “um monte” de horas de extras. De acordo com o portal, utilizá-las acabou alterando praticamente toda a história.

5. “Contatos Imediatos de Terceiro Grau” O clássico de 1977 foi relançado em 1980 sob a condição de “Edição Especial” e mostrava o interior da Nave-Mãe dos alienígenas. Não poderia ter sido pior: “algumas coisas são melhores quando deixadas para a imaginação”, afirma o site. Steven Spielberg teria se arrependido tanto de exibir o lado de dentro da condução intergaláctica que, em 1998, corrigiu o “erro” na “Edição de Colecionador”.

6. “O Mágico de Oz”Segundo a Time, muitos americanos que assistiram ao filme de 1939 na televisão, tanto em 1949 quanto em 1955, juram que ele tem cenas em preto-e-branco. Na verdade, os momentos em que Dorothy está acordada estão em sépia, e a TV dos EUA passou décadas sem reproduzir esse efeito. Isso só foi resolvido na edição em VHS comemorativa pelo 50º aniversário do musical. Já outra nova versão, de 1998, chegou aos cinemas também com trilha sonora digitalizada.

7. A saga “Toy Story” — Por ser tão recente, a história dos brinquedos fala por si. Veio em 1995 como primeiro longa-metragem da Pixar, reconquistou o público com uma sequência em 1999 e, este ano, tornou-se sucesso de bilheteria com “Toy Story 3”. Este ainda embarcou na febre hollywoodiana do 3-D e revigorou a história, na opinião do portal da Time, quando os responsáveis pela franquia relançaram os dois primeiros filmes  com a tecnologia de terceira dimensão.

8. “Avatar” — “Por que, por que, por que o filme com a melhor bilheteria de todos os tempos (US$ 2,4 bilhões no mundo todo) precisa ser relançado?“, pergunta-se a Time. A nova versão com nove minutos extras teria arrecadado “apenas” US$ 4 milhões no seu fim de semana de estreia. E a equipe do site não perdoa: “Ao contrário de muitos outros filmes nesta lista, que passaram décadas entre reapresentações, ‘Avatar’ parece ter esgotado a paciência da audiência”.

9. “E.T., o Extraterrestre” — O relançamento pelo aniversário de 20 anos do filme, em 2002, desagradou um pouco por trocar digitalmente as armas dos agentes federais por walkie-talkies (numa possível tentativa de tornar a obra mais próxima das crianças do século 21). “Agora, tudo que Steven Spielberg tem que fazer é substituir a cena em que o garoto fica telepaticamente bêbado de cerveja e ele [o filme] vai ser relançado”, afirma o portal.

10. “Bambi” — É “Bambi”, mas poderia ser qualquer outro clássico da Disney, avisa o site. “Porque muitos deles têm sido relançados várias vezes; primeiro, nos cinemas; em seguida, em VHS e DVD. Bambi foi relançado nos cinemas americanos em 1947, 1957, 1966, 1982 e 1988”. Trata-se de um padrão mais ou menos seguido por outras animações do estúdio.

E você? Sentiu falta de algum filme na lista?

Revista Monet

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Acho que faltou mencionar a Trilogia Senhor dos Anéis estendida.

Sheldon vira personagem mais cultuado de “The Big Bang Theory”

27/06/2010 – 09h03

GUSTAVO VILLAS BOAS
DE SÃO PAULO

Apesar de dizer orgulhosamente que tem um “amplo círculo de 212 amigos no MySpace”, o doutor Sheldon Cooper (187 de Q.I.) considera muito estressante ter mais de quatro amizades simultâneas no mundo real.

Antissocial, obsessivo, egoísta e incapaz de entender sarcasmo, o brilhante físico teórico interpretado por Jim Parsons virou a estrela de “The Big Bang Theory”.

O gênio disfuncional é o preferido dos fãs na enquete feita no site da CBS, emissora que transmite “The Big Bang Theory” nos EUA.

Parsons, antes desconhecido, foi indicado ao último Emmy como melhor ator de comédia (não venceu).

Até moda o cientista tem ditado: as camisetas que usa, com personagens de quadrinhos, equações ou robozinhos, viraram objeto de adoração e são vendidas na Amazon e em sites que pululam na internet para cultuar Sheldon –dois Ph.Ds, o primeiro aos 16 anos.

“Parsons faz algo raro na TV, tornando o intelectualismo admirável, até heroico”, disse Ken Tucker, crítico da “Entertainment Weekly”.

Divulgação

O físico teórico Sheldon Cooper (Jim Parsons), cujas camisetas são vendidas na internet

Calculadora

Heroico como toda a série, que começou em 2007, sem grande impacto, e hoje é uma lucrativa queridinha da TV norte-americana.

É o quinto seriado mais assistida por adultos que têm entre 18 e 49 anos nos EUA, o primeiro colocado do ranking entre as comédias.

O terceiro ano foi visto por, em média, 14,2 milhões de pessoas, enquanto os capítulos do último ano da badalada “Lost” foram vistos por cerca de 11,6 milhões.

O bom resultado é similar ao de “Two and a Half Men”, do mesmo produtor Chuck Lorre e que tem o problemático astro Charlie Sheen.

Se o elenco de “Big Bang” já revelou não ter a aptidão científica dos personagens, mostrou ao menos que é bom de calculadora. Jim Parsons, Johnny Galecki (Leonard) e Kaley Cuoco (Penny) negociam, em conjunto, um aumento de 285% no valor que ganham por episódio. Se acertado, cada um receberá US$ 250 mil por capítulo.

A Warner, produtora e distribuidora, também está lucrando: recentemente, fechou um acordo milionário para o programa ser exibido por mais canais nos EUA.

Com isso, Ken Werner, presidente da divisão que distribui nos EUA as produções da Warner, elevou a série ao mesmo patamar de “Seinfeld” e “Friends”.

O programa, que tem quarta temporada prevista para setembro nos EUA, é exibido no Brasil no canal pago Warner com pequeno intervalo.

O SBT tem os direitos para a transmissão, mas não há previsão de estreia.

NA TV
The Big Bang Theory
Maratona da terceira temporada
QUANDO: terça, às 21h, na Warner
CLASSIFICAÇÃO: não informada

Folha.com.br

O Império Contra Ataca é considerado a melhor seqüencia

O Império Contra Ataca foi considerado a melhor seqëencia de filme de todos os tempos, segundo pesquisa

Locadora Lovefilm realizou uma pesquisa para celebrar o lançamento do Homem de Ferro 2, esta semana

O Império Contra Ataca, que mostra a batalha no planeta gelado de Hoth, a cidade das Nuvens de Lando Calrissian e o momento chocante em que Luke descobre que é filho de Darth Vader, é considerado por alguns fãs o melhor filme da Trilogia original de Star Wars.

O filme recebeu 19% dos votos, batendo filmes como Terminator2 e Aliens.

O quarto colocado ficou com O Cavaleiro das Trevas, que foi na verdade o sexto filme da franquia Batman, iniciada em 1989.

Helen Cowley, editora online da Lovefilm falou: “Ninguém bate Star Wars e os fãs são categóricos em escolher o Império Contra Ataca como a melhor seqüencia de todos os tempos.”

“Continuações nos dão a chance de ver nossos personagens favoritos de volta á grande tela, mas é raro encontrar seqüencias que façam justiça ao filme antecessor.”

” É muito bom ver títulos de renome no top 10 deixarem a sua própria marca na história do cinema.”

Veja a lista dos top 10:

1. Star Wars: Episode V – The Empire Strikes Back (1980)

2. Terminator 2 (1991)

3. The Godfather Part II (1974)

4. The Dark Knight (2008)

5. Aliens (1986)

6. The Bourne Supremacy (2004)

7. The Lord of the Rings: The Two Towers (2002)

8. Toy Story 2 (1999)

9. Meet the Fockers (Entrando Numa Fria Maior Ainda) (2004)

10. Shrek 2 (2004)

Fonte Telegraph

Os 79 anos de Leonard “Spock” Nimoy

Leonard Nimoy, o eterno Spock, completa 79 anos. Veja curiosidades sobre o ator!

Leonard Nimoy completa 79 anos nesta sexta-feira, dia 26. Ele é um dos orgulhos do mundo nerd.

Thyago Gadelha
Publicado em 26/03/2010 10h28

Metade Vulcan, metade humano. Só com essa descrição você já deve saber de quem estamos falando. Sim, é Leonard Nimoy, mais conhecido como Spock da série e filmes Jornada nas Estrelas.

O ator e também diretor, poeta, músico (!) e fotógrafo completa 79 anos nesta sexta-feira, dia 26. Para festejar esses longos anos de contribuição ao mundo nerd, resolvemos mostrar o que há por trás do Senhor Spock, seus outros trabalhos e talentos:

CINEMA, SÉRIES E ANIMAÇÕES

Começando por seu trabalho mais conhecido, Jornada nas Estrelas, que foi ao ar de 1966 a 1969. Nimoy levou três indicações ao Emmy pelo papel de Spock.

Já com a carreira firmada em Jornada nas Estrelas, o ator voltou à ativa como Spock, já velho, no novo filme da franquia Star Trek de 2009, dirigido por JJ Abrams (LOST). A cena em que os dois “Spocks” se encontram é impagável.

A parceria de Nimoy com Abrams deu tão certo, que ele foi chamado para fazer William Bell em Fringe. Ele interpreta o líder da empresa Massive Dynamic na série meio policial, meio ficção científica – ao bom estilo de Arquivo-X.

Você sabia que Sr. Spock dirigiu os filmes As Coisas Engraçadas do Amor (aquele com o Gene Wilder e Mary Stuart Masterson) e Três Solteirões e um Bebê? Essa é impagável!

Nimoy vez ou outra empresta a voz para animações. Ele fez a voz de Galvatron em Transformers: O Filme, de 1986.

Quem é viciado em Os Simpsons vai lembrar: no 10º episódio da 8ª temporada, Leonard narra quando Homer Simpson vê um alien e acham que ele estava só bêbado. Era um episódio especial sobre a série de Mulder e Scully.

Na série Big Bang Theory, o personagem Sheldon é fanático por Leonard Nimoy. Na segunda temporada, Penny dá de presente o autógrafo do intérprete do Spock e o faz quebrar sua pose de antisocial: ele dá um abraço nela. Os produtores da série já prometeram que em algum momento Nimoy dará o ar da graça.

Até onde você acha que foi a voz de Nimoy? Em 2005, ele fez a narração do game Civilization IV (essa você não sabia, certo?).

Nimoy participou do episódio O Gorila da série Bonanza, dirigido por James P. Yarbrough, em 17 de dezembro de 1960.

De novo em 86, atuou na série clássica Missão: Impossível, nas temporadas de 1969-1971 e fez um epísódio da primeira temporada de Agente 86.

Em 1998, Nimoy deu vida a Mustapha Mond em Brave New World, adaptação do clássico livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley.

LITERATURA

Nimoy escreveu duas autobiografias, a primeira em 1975, intitulada Eu não sou Spock (I am not Spock), no qual ele conduzia diálogos entre o ator e o personagem, e outra em 1995, com o título Eu Sou Spock (I am Spock).

Ainda nos meados dos anos 1970, Nimoy escreveu e estrelou um monólogo chamado Vincent, baseado na peça Van Gogh, de Phillip Stephens.

Em 1995, Nimoy se envolveu na produção de Primortals, uma série em quadrinhos publicada pela Tekno Comix que abordava o primeiro contato com alienígenas.

No universo da poesia, escreveu diversos volumes, alguns publicados com as suas fotografias. Um de seus ricos trabalhos foi A Lifetime of Love: Poems on the Passages of Life (2002). 

MÚSICA

A incursão de Nimoy na música é bem curiosa. Ele interpretou a canção The Ballad of Bilbo Baggins (escute AQUI), composta por Charles Randolph Grean, que conta a história de Bilbo Baggins e suas aventuras no livro O Hobbit, escrito por J. R. R. Tolkien (sim, aquele mesmo que será lançado em breve nos cinemas). A gravação apareceu originalmente em Two Sides of Leonard Nimoy, o segundo álbum de Nimoy.

Nimoy lançou os discos Leonard Nimoy Presents Mr. Spock’s Music From Outer Space, (1967); Two Sides of Leonard Nimoy, (1968); The Way I Feel, (1968); The Touch of Leonard Nimoy, (1969); e The New World of Leonard Nimoy, (1970). Todos pela Dot Records.

Pra ficar mais engraçado e curioso, Nimoy dirigiu o videoclipe de 1985 da banda The Bangles, Going Down to Liverpool, no qual ele aparece como motorista.

Ele também fez um versão do clássico I Walk the Line, do Johnny Cash.

A voz de Nimoy foi sampleada na música What’s On Your Mind? (Pure Energy) (escute AQUI), do Information Society. A palavra “pure energy”, repetida inúmeras vezes, veio do episódio “Errand of Mercy” da série Jornada nas Estrelas. Inclusive o disco autointitulado da banda tem vários samples de Star Trek.

Fonte Vírgula